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O desafio de sobreviver ao câncer não termina com o fim do tratamento, diz pesquisa

O estudo apontou as principais necessidades dos sobreviventes

A pesquisa “Compreendendo a Sobrevivência ao Câncer na América Latina”, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), analisou o pós-tratamento dos sobreviventes, a fim de compreender as necessidades dos pacientes e também dos familiares para além do tratamento da doença e, assim, fornecer subsídios para políticas públicas.

A chefe da Divisão de pesquisa Populacional, Liz Almeida explicou que sobrevivência “é a experiência viver com, através e além do diagnóstico do câncer” e que essa experiência é do paciente e das pessoas próximas a ele. “O impacto do diagnóstico, as lembranças do tratamento, os efeitos tardios do tratamento, a readaptação à vida cotidiana, a revisão de valores e comportamentos e a volta ao trabalho são alguns dos aspectos enfocados no nosso estudo”, destacou.

Estudo

O trabalho levantou pontos como a falta de oferta de apoio psicológico a familiares e cuidadores, dificuldade no transporte e alimentação durante o tratamento, dificuldade de acesso a drogas modernas e, no setor privado, a burocracia na autorização para realização de determinados procedimentos. Além disso, os entrevistados destacaram a dificuldade de reinserção no mercado de trabalho e, no caso de pacientes de câncer de próstata ou colo do útero, as restrições da atividade sexual após o tratamento.

Para a pesquisa qualitativa, 47 pacientes e ex-pacientes em hospitais públicos e privados do Rio de Janeiro e Fortaleza foram entrevistados, além de 12 familiares e cuidadores. Para inclusão no estudo, os pacientes tinham que ter mais de 18 anos e recebido o diagnóstico há pelo menos 12 meses.

Fonte: INCA (https://www.inca.gov.br/es/node/3083)

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