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JORNAL NH: Decisão para 2022: parar de fumar

Parar de fumar ocupa lugar de destaque entre as metas de saúde e bem-estar para 2022. O médico José Miguel Chatkin, da Oncoclínicas RS e Chefe do Serviço de Pneumologia do Hospital São Lucas da PUCRS, destaca que os benefícios são muitos e trarão impactos positivos na qualidade de vida.

Para o paciente oncológico, cessar o tabagismo representará redução de efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, diminuição dos riscos de reincidência da doença e metástases. E, se houver necessidade de cirurgia, as cicatrizações serão mais rápidas e com menor frequência de complicações, como sangramentos e necessidade de reintervenções na ferida operatória.

A cessação do tabagismo é considerada, cada vez mais, um dos pilares fundamentais para que o doente oncológico possa obter melhores resultados em seu tratamento.

“Assim, com estratégias e técnicas adequadas, é possível parar de fumar, resultando em nítida melhoria da qualidade de vida, não só na perspectiva do câncer, mas também pelo encaminhamento de outras doenças relacionadas ao uso de tabaco, como as relacionadas ao coração (hipertensão, infarto) ao pulmão (enfisema, bronquites)”, afirma.

Orientação profissional

É importante procurar ajuda especializada, pois não há necessidade de o paciente enfrentar o problema sozinho. Sem ajuda profissional, a possibilidade de sucesso é muito baixa, apenas cerca de 4 a 6% das tentativas. É como se quisesse tratar uma pneumonia sem orientação profissional.

“O trabalho multidisciplinar de atendimento ao fumante deve começar por uma entrevista para entendimento da rotina e histórico de fumo”, complementa.

Chatkin salienta também que o tratamento do tabagismo cabe a um médico, pois inclui farmacoterapia e apoio cognitivo comportamental. No caso de pacientes oncológicos, em que será preciso lidar com os medos, culpas e outros sentimentos, a orientação é a de que o trabalho comece com o oncologista.

Confira publicação orginal.

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Responsáveis técnicos:
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