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DIÁRIO DE CANOAS: Canoas estuda implementar consultas on-line pelo SUS

Servindo como apoio aos pacientes durante o novo cenário apresentado pela pandemia do coronavírus, as consultas via telemedicina completaram um ano de vigência na última quinta-feira (15). O Ministério da Saúde autorizou no ano passado, em caráter emergencial, a realização de consultas on-line para evitar o deslocamento para consultórios, clínicas e hospitais. O objetivo é diminuir o risco de exposição à Covid-19 e controlar a disseminação do vírus – especialmente agora, com novas cepas em solo brasileiro. A tecnologia, no entanto, não está disponível para o Sistema Único de Saúde (SUS) de Canoas e Nova Santa Rita, apenas para a rede privada. O secretário municipal da Saúde de Nova Santa Rita, Cassiano Antunes, explica que existe um planejamento para implementar a ferramenta. “Não foi feita a adesão ao programa que tem a plataforma, porém, estamos avaliando para aderir”.

Envio de receitas

Com a novidade, o Ministério da Saúde também autorizou o envio de receitas médicas ou atestados remotamente, em documentos com certificado digital. De acordo com o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul (Cremers), até abril deste ano foram emitidos mais de 100 mil atestados via plataforma virtual e mais de 650 mil receituários de controle especial no Estado.

Ferramenta para o SUS

O secretário de Governança e Enfrentamento à Pandemia, Felipe Martini, explica que Canoas já está trabalhando na plataforma on-line que irá disponibilizar consultas via telemedicina ao público. “No momento estamos resolvendo a parte burocrática, cadastrando médicos e realizando parcerias com clínicas”, diz A ideia, segundo Martini, é disponibilizar 30 consultórios na ferramenta. O secretário ainda completa garantindo que, se for necessário, será possível o médico encaminhar o paciente para alguma das UPAs ou UBSs do município para avaliação presencial, de acordo com sua localização. “Esse método agiliza os atendimentos, já que muitas pessoas precisam apenas pegar requisição para fazer exames. Assim, a aglomeração nas unidades básicas diminui”, completa Martini. Para a médica oncologista, doutora Claudia Massaú, da Oncoclínicas, a telemedicina sofreu resistência dos médicos no início, mas hoje é vista como necessária. “É importante utilizar a ferramenta para que pacientes com Covid ou pessoas que não precisem de uma consulta presencial evitem sair nas ruas e propagar o vírus”. Ela destaca, ainda, que a consulta presencial não deve ser excluída, mas pode ser realizada com menos frequência. “Eu atendo on-line, principalmente para pedir ou avaliar exames. É muito tranquilo”, finaliza. Entre as principais dificuldades encontradas pelos médicos que atendem on-line, de acordo com Claudia, está a adaptação de pessoas idosas com as plataformas.

Telemedicina gerou críticas e dúvidas no início

Em um primeiro momento, a teleconsulta causou receio no setor da saúde. Agora, no entanto, os profissionais parecem já estar adaptados. O presidente do Cremers, Carlos Isaías Filho, revela que, no início, houve muitas dúvidas, mas ela ganhou seu espaço. Ele ressalta, entretanto, que há diferença para o atendimento presencial. “Acredito que a ferramenta serve sim para pacientes que já se consultem com profissionais, mas a primeira consulta deveria sempre ser presencial”.

Opiniões distintas com bases iguais

Para o vice-presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Marcos Rovinski, a telemedicina é uma tecnologia que veio para ficar – apesar de não descartar as consultas presenciais. “O exame físico é parte fundamental do atendimento. No entanto, entendemos que a telemedicina pode ser útil quando não há necessidade absoluta deste exame”, explica.

Planos de saúde já disponibilizam a ferramenta

Alguns planos de saúde no Brasil já estão equipados com a plataforma de atendimento virtual. Um dos mais famosos no país, só nos primeiros 60 dias de lançamento, em 2020, na região de Porto Alegre e metropolitana, realizou mais de oito mil consultas online e ganhou a adesão de 1.216 médicos de 48 especialidades. A ferramenta utilizada por esse e outros planos está de acordo com a resolução 10/2020, publicada pelo Cremers, que define diretrizes éticas a atendimento médico remoto por intermédio de operadoras de planos de saúde, enquanto durarem as medidas para enfrentamento à pandemia de Covid-19. A ideia de autorizar a telemedicina no Brasil veio para suprir a necessidade da população diante das medidas de isolamento social decretadas em 2020.

Confira publicação original.

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