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Câncer de mama: 10 coisas que você precisa saber

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres em todo o mundo. A doença tem crescido globalmente. Só no Brasil, são esperados 60 mil novos casos por ano, segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar de os números crescentes, a boa notícia é que quando diagnosticado em fase inicial e tratado de forma adequada, o prognóstico é relativamente bom e o tratamento tem passado por diversas evoluções nos últimos anos, proporcionando melhor qualidade de vida para as pacientes.

O acesso a informações de qualidade é um grande aliado no combate à doença. Por isso, preparamos para você uma série de perguntas e respostas para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Vamos conhecê-las?

1. Câncer de Mama não é uma única doença.
Existem diversos tipos de câncer de mama. Exatamente por isso, o tratamento pode variar de uma paciente para outra. Felizmente, os novos medicamentos que existem no mercado têm ajudado muito a preservar o aspecto individual de cada paciente e do tipo de tumor a ser tratado, possibilitando tratamentos mais direcionados e que conseguem preservar a qualidade de vida de cada paciente.

2. Câncer de mama tem prevenção.
Hábitos de vida saudáveis, como alimentação balanceada (rica em frutas, verduras, carnes brancas, fibras), prática de atividades físicas, não fumar e não ingerir bebida alcoolica em excesso, colaboram para reduzir o risco de desenvolver a doença.

3. O diagnóstico precoce salva vidas.
Quando descoberta em fase inicial e tratada adequadamente, o prognóstico melhora substancialmente, aumentando as chances de cura. Para isso, é fundamental promover o acesso a informações de qualidade, acesso a médicos especialistas e a exames específicos para que o mapeamento seja feito de forma correta.

4. Muitas vezes, o câncer de mama não apresenta sinais ou sintomas na fase inicial
Em estágios iniciais, os tumores são muito pequenos e na maioria das vezes não são possíveis de localizar somente pelo toque. Sinais como alteração na textura da pele, no mamilo e lesões maiores, geralmente aparecem quando o tumor já está em fase mais avançada. Por isso, a realização do exame de mamografia é tão importante para o diagnóstico precoce.

5. O autoexame é importante, mas não substitui a mamografia.
O autoexame é uma forma que a mulher tem de conhecer melhor as suas mamas e identificar alterações, caso existam. No entanto, não é um método isolado e não substitui o exame clínico feito pelo médico e a mamografia, pois em alguns casos os nódulos podem estar presentes em locais não palpáveis. O autoexame deve ser realizado uma vez ao mês, de três a cinco dias após o aparecimento da menstruação. Para as mulheres que não menstruam mais, a recomendação é que ela escolha uma data fixa no mês.

6. A mamografia deve ser feita anualmente, a partir dos 40 anos de idade.
A mamografia é o exame mais indicado para detecção precoce do câncer de mama, pois é capaz de identificar os nódulos quando estão ainda bem pequenos, em fase inicial. A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) recomenda que a partir dos 40 anos as mulheres devem realizar o exame uma vez ao ano. Para as mulheres que possuem um fator de risco maior para a doença, como parentes de primeiro grau (pai, mãe, irmãs e filhos) com diagnóstico da doença principalmente antes dos 50 anos, devem discutir com o mastologista a necessidade de realizar o exame antes mesmo da idade preconizada pela SBM.

7. Alguns fatores aumentam o risco de desenvolver a doença
▪ Ser mulher
▪ Ter 50 anos ou mais
▪ Obesidade, sedentarismo
▪ Ter familiares de 1ª grau com a doença (mãe, irmã ou filha), principalmente se o câncer de mama apareceu antes dos 50 anos, ou parentes de 2º e 3º grau com a doença;
▪ 1ª menstruação precoce e menopausa tardia
▪ Não ter filhos ou 1º filho após os 30 anos
▪ Tabagismo
▪ Uso frequente de bebidas alcoolicas

8. O tratamento do câncer de mama foi uma das principais evoluções na medicina nos últimos anos.
O tratamento passou por evoluções diversas, em todas as modalidades. As cirurgias estão cada vez menos radicais. Novas técnicas têm proporcionado cirurgias mais conservadoras e com excelentes resultados estéticos, proporcionando maior qualidade de vida e preservação da autoestima das pacientes. Além disso, já estão disponíveis no mercado drogas modernas, com alvo-direcionados que conseguem tratar de forma mais individualizada e direcionada, de acordo com o tipo do tumor, preservando as células sadias. No âmbito da radioterapia, também houve evoluções. Os equipamentos estão cada vez mais modernos, possibilitando tratamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais para as pacientes.

9. Os casos hereditários de câncer de mama são mais raros.
Apenas uma pequena parcela do cânceres de mama são hereditários, cerca de 5 a 10%. Esses casos acontecem devido a alterações genéticas em genes específicos, que são transmitidas pelas gerações.

10. Homens também podem ter câncer de mama.
Apesar de raro, cerca de 1% dos casos, a doença também pode atingir homens. Geralmente, esses casos estão associados com histórico familiar e são diagnosticadas mais tardiamente, pelo inesperado do caso.

As informações contidas nesta página possuem caráter informativo e não substituem a consulta médica. Consulte sempre o seu médico para outras informações. Atualizado em 12.12.2018

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Responsável técnico: Dr. João Paulo Solar Vasconcelos | CRM-MG: 50788