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Tumores pulmonares identificados no início, com volume menor, têm mais chances de tratamento

Tumores pulmonares identificados no início, com volume menor, têm mais chances de tratamento

O câncer de pulmão é o que mais vitima no Brasil, e um dos motivos é o diagnóstico tardio – 90% dos casos são detectados em estágio avançado. Prevenção, detecção precoce e novidades no tratamento da neoplasia, inclusive quando diagnosticada em estágio mais avançado, foram alguns dos temas abordados nos painéis dedicados à neoplasia no 8º Simpósio Internacional Oncoclínicas, realizado de forma virtual neste ano.

A oncologista Clarissa Mathias, do NOB, clínica do Grupo Oncoclínicas vê com bons olhos o avanço de novas terapias-alvo para cânceres mais agressivos, que se beneficiam do tratamento molecular com a definição de alvos mais específicos, lembrando que no Brasil já há medicamentos aprovados para os alvos EGFR e ALK.

O módulo de pulmão contou também com a realização de duas cirurgias ao vivo, como uma mediastinoscopia vídeo-assistida (VAMLA), feita por Paula Ugalde, líder em Cirurgia do Grupo Oncoclínicas, a partir do Hospital Santa Izabel, em Salvador. O EBUS foi realizado pelo cirurgião torácico Ricardo Oliveira, da Oncoclínicas da Bahia, e transmitido também diretamente do mesmo local. A lobectomia robótica, sob a coordenação de Daniel Bonomi, cirurgião torácico da Oncoclínicas de Belo Horizonte, também foi transmitida.

Acesse o nosso site e leia a reportagem completa sobre as novidades em câncer de pulmão, além de toda a cobertura do 8º Simpósio Internacional Oncoclínicas.

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG 26609