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Estudo ECOG-ACRIN 1505 avaliou a adição do bevacizumabe à quimioterapia adjuvante e os hábitos de fumar em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)

Estudo ECOG-ACRIN 1505 avaliou a adição do bevacizumabe à quimioterapia adjuvante e os hábitos de fumar em pacientes com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC)

O presente trabalho investigou o comportamento de fumantes após a ressecção do câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) nos estágios IB-IIIA. Trata-se de um estudo de fase III que avaliou também o papel da terapia adjuvante para esse grupo. “Infelizmente, o uso de bevacizumabe associado à quimioterapia baseada em platina não levou ao aumento de sobrevida global em pacientes com diagnóstico de CPNPC em estágio inicial submetidos a ressecção cirúrgica”, comentou Flavia Amaral Duarte, oncologista clínica do Oncocentro BH e Oncobio. Luiz Flavio Coutinho e Breno Bastos, oncologistas do Oncocentro BH, concordam que “o estudo não conseguiu comprovar a eficácia do bevacizumabe nessa população de pacientes, deixando claro que o mais importante para o desfecho principal de sobrevida global é o hábito tabágico do paciente durante o tratamento”.

O Grupo Oncoclínicas lançou recentemente um programa de cessação de tabagismo, começando por Belo Horizonte: “O programa é fundamental para a prevenção e o tratamento do tabagismo. Todos os fumantes devem ser encaminhados para programas de cessação, incluindo aqueles ainda sem doenças, como por exemplo os pacientes em protocolos de triagem de câncer”, comentou Luiz Fernando Ferreira Pereira, pneumologista do Oncobio e organizador do Programa de Cessação do Tabagismo do Grupo Oncoclínicas.

Acesse o nosso site, leia o artigo completo e conheça também o Programa de Cessação do Tabagismo do Grupo Oncoclínicas.

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG 26609