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Estudo avalia o impacto das redes sociais para promover informações sobre a vacina contra o HPV entre pais de crianças e adolescentes

Estudo avalia o impacto das redes sociais para promover informações sobre a vacina contra o HPV entre pais de crianças e adolescentes

A vacina do papilomavírus humano (HPV) oferece proteção contra seis tipos de câncer relacionados ao HPV. Neste estudo, aproximadamente metade dos adolescentes da Carolina do Sul não completou a série de vacinação, o que representa uma oportunidade perdida de prevenir o câncer. Uma campanha de mídia social em todo o estado teve como objetivo aumentar a consciência dos pais e construir confiança em torno da vacinação contra o HPV.

Em apenas dez semanas, a campanha resultou em mais de 370 mil impressões no total, alcançou mais de 33 mil pessoas e culminou com mais de 1.122 seguidores. “Houve mais de 2.700 engajamentos nas redes sociais. Além disso, o Facebook e o Twitter forneceram um modelo de baixo custo para o controle do câncer”, explica Michelle Samora, oncologista clínica do Centro Paulista de Oncologia (CPO), clínica do Grupo Oncoclínicas em São Paulo.

Os comentários que promovem a desinformação sobre a vacina contra o HPV foram frequentemente contestados por meio do diálogo entre pares. As descobertas sugerem que a criação de oportunidades para o público-alvo se envolver com as mensagens da campanha corrigiu efetivamente a desinformação.

Na opinião de Filipe Prohaska Batista, médico infectologista do MultiHemo, clínica do Grupo Oncoclínicas no Recife, o principal motivo que leva os pais a não vacinarem os filhos contra o HPV é o desconhecimento: “Em pesquisa realizada no Brasil, apenas 8% dos pais sabiam da necessidade de vacinação e dos impactos a longo prazo. Desinformações com relação a vacinas e efeitos adversos inexistentes vêm sendo crescentes nas últimas décadas, porém sem nenhum respaldo técnico ou científico”.

Leia o artigo completo com todos os detalhes desse estudo.

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG 26609