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Câncer de próstata: marcadores moleculares são tema de debate do 6º Simpósio Internacional do Grupo Oncoclínicas

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).  Essa alta incidência pode estar associada à resistência que muitos homens ainda têm de fazer os exames preventivos, sejam eles o PSA (feito a partir do sangue do paciente) ou o teste clínico com toque retal.

De acordo com o Dr. Raphael Parmigiani, biomédico do Idengene, esse é um tema muito relevante. “Por isso sempre reforço que o diagnóstico precoce é super importante para aumentar as chances de cura do paciente”, afirma. Presente no 6º Simpósio Internacional do Grupo Oncoclínicas, realizado neste sábado (27/10) em São Paulo, o Dr. Raphael destacou o painel que abordou a importância dos marcadores moleculares na definição da melhor conduta terapêutica em pacientes com o diagnóstico da doença.

“Hoje em dia temos ferramentas capazes de auxiliar a identificação daquelas pessoas que, embora estejam com a doença presente, são consideradas de baixo risco e que, por isso, não necessariamente precisam ser submetidas a uma cirurgia”, explica. De acordo com ele, no lugar desse procedimento indica-se uma vigilância ativa como forma de tratamento.

Entenda mais sobre o tema no vídeo a seguir.

 

 

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