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ASCO reforça benefícios da imunoterapia para combater cânceres de bexiga e rim

A imunoterapia tem sido um dos temas mais abordados por médicos e especialistas no Encontro Anual da ASCO que está sendo realizado nesta semana em Chicago, nos Estados Unidos. Nesse tipo de tratamento, o objetivo é fazer com que as células do sistema imune identifiquem as células tumorais, reconhecendo-as como elementos estranhos e acabe por destruí-las.

De acordo com o Dr. Andrey Soares – Oncologista-Clínico do Grupo Oncoclínicas em São Paulo, duas sessões educacionais da ASCO revelaram um cenário promissor em relação ao uso da imunoterapia para o tratamento de pacientes com tumor de bexiga localizado, em estágio avançado, e de indivíduos diagnosticados com câncer de rim metastático.

“Se nos últimos 30 anos quase não tivemos evolução significativa para o tratamento do câncer de bexiga, temos visto um avanço muito importante com a chegada da imunoterapia”, comenta o médico

De acordo com o oncologista, a partir do conhecimento mais aprofundado da biologia do tumor e com análise da medicina mais personalizada, é possível oferecer para cada paciente, de forma individualiza, novas práticas terapêuticas, medicamentos e novas opções a fim de tornar o tratamento mais assertivo.

No caso do câncer renal metastático, ou seja, quando a doença sai do órgão, o oncologista reforça que a personalização do tratamento é o melhor caminho. “Sabemos que nos últimos anos algumas drogas vieram para ficar e já estão na nossa prática clínica”, explica o Dr. Andrey.

Segundo ele, embora a imunoterapia não beneficie 100% dos pacientes com esse tipo de tumor, o procedimento tem sido cada vez mais utilizado para o tratamento dos pacientes. “Estou muito otimista. Muito do que está sendo apresentado aqui na ASCO será utilizado em breve no nosso dia a dia”, afirma.

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG: 26609