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Cardiologia

A importância da Cardiologia no tratamento oncológico

Nos últimos anos, avanços no tratamento farmacológico do câncer conduziram a uma melhora significativa no prognóstico de pacientes oncológicos e redução da mortalidade por muitas formas de câncer. No entanto, para atingir este resultado, um preço considerável tem sido pago, em efeitos colaterais cardíacos, associados ao tratamento intensivo anti-câncer.

Não só os agentes quimioterápicos citotóxicos tradicionais, como antraciclinas, mas também as novas terapias “alvo”, tais como anticorpos monoclonais e inibidores de tirosina quinase, podem afetar o coração, diminuindo a qualidade de vida e sobrevida dos pacientes.

O espectro de efeitos secundários cardíacos da quimioterapia podem incluir disfunção cardíaca, levando a insuficiência cardíaca, isquemia do miocárdio, arritmias, hipertensão, miocardite, pericardite, e tromboembolismo. Os efeitos podem ocorrer como sequelas tardias, muitos anos após o final do tratamento.

No momento,  prevenção, monitoramento e tratamento de efeitos colaterais cardíacos representam um grande desafio, que, ambos, oncologistas e cardiologistas devem enfrentar, para maximizar os benefícios em termos de prognóstico oncológico, enquanto se reduz risco cardíaco.

GRUPO ONCOCLíNICAS. SUA ViDA, NOSSA VIDA.

Responsáveis técnicos:
Dra. Gildete Sales Lessa | CRM-BA: 3319
Dr. Eduardo Dias de Moraes | CRM-BA: 11145
Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG: 26609