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ASTROCITOMA

Os astrocitomas são tumores que podem se desenvolver no cérebro, cerebelo ou medula espinhal. São caracterizados pela proliferação de astrócitos, células responsáveis por diversas funções, entre as quais a formação do arcabouço estrutural do sistema nervoso central, o fornecimento de nutrientes para os neurônios, e a reparação e substituição de células eventualmente lesadas do sistema nervoso central.
Os astrocitomas podem ser divididos em quatro graus de malignidade, conforme as características histológicas do tumor:

  • Graus I e II: astrocitomas de baixo grau de malignidade;
  • Graus III e IV: astrocitomas de alto grau de malignidade.

O astrocitoma de grau IV é também chamado de glioblastoma multiforme.
No caso dos astrocitomas de baixo grau, a remoção completa do tumor frequentemente resulta em altas taxas de cura. Contudo, a cirurgia completa pode não ser possível em alguns casos, devido à localização e ao tamanho da lesão. Nesses casos, a observação ou a radioterapia podem ser empregadas, embora ambas as opções estejam associadas a taxas variáveis de transformação para tumor de alto grau de malignidade.
No caso dos tumores de alto grau de malignidade, o tratamento geralmente envolve a cirurgia e administração pós-operatória de radioterapia e quimioterapia.
Para saber mais sobre os tumores do sistema nervoso central, consulte a seção “Tumores do SNC”.

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG: 26609