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Campanha alerta sobre câncer de pele na Praia de Camburi, em Vitória

Os dias prolongados e o calor do verão são um convite para curtir a praia, piscina e outros locais refrescantes, mas convém não descuidar da pele. A exposição excessiva ao sol é a considerada a principal causa do câncer de pele, o tipo mais comum da doença entre a população brasileira. Para alertar sobre os cuidados e o combate ao câncer de pele, o Centro Capixaba de Oncologia (Cecon/Oncoclínicas) realizou campanha de prevenção na praia de Camburi, em Vitória, no dia 1º de fevereiro.

A ação, realizada no calçadão da Praia de Camburi, teve a participação de oncologistas e dermatologistas. A oncologista do Cecon/Oncoclínicas, Juliana Alvarenga, e a dermatologista Gabriela Almeida deram orientações e esclareceram dúvidas sobre os sinais e sintomas da doença. Também foram distribuídos impressos com dicas de prevenção sobre o câncer de pele.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o câncer de pele é o tipo da doença mais incidente no Brasil, com cerca de 180 mil novos casos por ano. Quando descoberto no início, as chances de cura são superiores a 90%. Os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que, até o final de 2019, mais de 171 mil pessoas foram diagnosticadas com a doença. O número diz respeito a dois tipos da doença: o câncer de pele não melanoma, que é o tipo mais frequente e menos grave, e o câncer de pele melanoma.

Somente no Espírito Santo, a estimativa do INCA aponta o surgimento de 3.560 casos de câncer em 2019, a grande maioria (mais de 90%) classificada como não melanoma. A médica do Cecon/Oncolínicas explica que a doença tem grandes chances de cura, mas é preciso estar atento aos sinais e tratar adequadamente as lesões. Ao detectar manchas ou sinais suspeitos, deve-se consultar imediatamente o especialista, pois o diagnóstico precoce é fator primordial para o sucesso no tratamento , destaca a oncologista.

A especialista do Cecon/Oncoclínicas alerta ainda que os principais sinais e sintomas de câncer não melanoma são a presença de manchas com crescimento rápido, que não cicatrizam, coçam, ardem, descamam ou sangram. Elas geralmente surgem em áreas muito expostas ao sol como rosto, pescoço, orelhas e braços. Quando identificadas precocemente, essas lesões são facilmente retiradas, mas quando negligenciadas elas podem crescer e precisam ser retiradas em cirurgias algumas vezes mutiladoras , explica ela.

O uso diário de protetor solar, chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV continuam sendo recomendações a que todos devem estar atentos quando da exposição ao sol. Evitar a exposição ao sol no período entre 10 e 16 horas também é aconselhável, segundo orienta a oncologista Juliana Alvarenga.

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Responsáveis técnicos:
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Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG: 26609