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Câncer de pele: o que é e quais os fatores de risco

Há dois tipos de câncer de pele: o melanoma, mais agressivo, e o não melanoma, bastante comum e menos agressivo. No Brasil, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) estima que no triênio 2020-2022 surjam por ano 83.770 casos de câncer de pele não melanoma em homens e 93.170 em mulheres. Já para o câncer de pele melanoma, o número de casos novos estimados é de 4.200 em homens e de 4.250 em mulheres.

Os principais fatores de risco do câncer de pele são:

  •   Exposição prolongada e repetida aos raios ultravioletas do sol (principalmente na infância e na adolescência); e
  • Uso de câmaras de bronzeamento artificial (proibidas no Brasil).

 

Público-alvo do rastreamento de câncer de pele

Não há evidência científica de que o rastreamento do câncer de pele traga mais benefícios do que riscos – portanto, até o momento, não há indicação formal dele por associações médicas. Dito isto, é recomendado que o exame visual da pele seja feito periodicamente pela pessoa, pelos familiares, pelos clínicos e pelos dermatologistas.

Evitar longos períodos de exposição ao sol e utilizar protetor solar com FPS 30 (prevenção primária), assim como a avaliação clínica e dermatológica ao notar um novo sinal na pele ou a modificação de um sinal previamente existente (prevenção secundária) são as alternativas para prevenir a doença ou diagnosticá-la ainda no início, aumentando sua chance de cura. 

O surgimento de uma pinta escura de bordas irregulares, acompanhada de coceira e descamação, ou alterações em uma pinta já existente, com mudança de cor e forma e passando a apresentar bordas irregulares, são sinais de alerta.

Nem sempre tais alterações são causadas por câncer, mas é importante que elas sejam investigadas por um médico para tirar a dúvida o quanto antes.

 

Quais exames compõem o rastreamento do câncer de pele e onde podem ser feitos

O rastreamento especializado é feito por meio de exame clínico, muitas vezes utilizando a dermatoscopia, um aparelho que permite visualizar algumas camadas da pele não vistas a olho nu.

Em alguns casos, dependendo do resultado do exame clínico e da dermatoscopia, é preciso também realizar uma biópsia, em que uma parte do tecido é retirada e enviada para análise no laboratório.

 

Como é feito o rastreamento de câncer de pele

A realização do rastreamento de câncer de pele é feito por médico dermatologista ou clínico geral, que avalia a necessidade do exame formal de acordo com as características do paciente.

 

Com que periodicidade deve ser feito o rastreamento de câncer de pele

Para pessoas com alto risco para melanoma (as que têm história pessoal ou familiar desse câncer), é indicado que os exames clínicos sejam realizados a cada 6 ou 12 meses

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Responsável técnico: Dr. Bruno Lemos Ferrari | CRM-MG 26609