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Conselhos de Cardiologistas para Pacientes em Tratamento ou Pós-tratamento Contra o Câncer

Informações obtidas na internet podem ser verdadeiras, confiáveis ou, no mínimo, serem desprovidas de qualquer conteúdo científico.

Informações obtidas na internet podem ser verdadeiras, confiáveis ou, no mínimo, serem desprovidas de qualquer conteúdo científico. A maioria dos pacientes e seus familiares, sem citar os profissionais da área, acessam este veículo de informações para se situar melhor em relação a um determinado tipo de câncer. Informações precisas sobre cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapias-alvo e tratamento suporte, podem ser consultadas a todo momento.

Felizmente, boa parte destas informações trazem alento na luta contra o câncer. Esta luta começa a ser travada no momento em que o paciente recebe seu diagnóstico. O câncer é uma doença com grande estigma, sendo frequentemente associado a sofrimentos, perdas na qualidade de vida e na percepção (real ou não) de constante ameaça na manutenção de nosso bem mais precioso, a vida. Esta história, felizmente, tem mudado com o progresso médico na área.

Do mesmo modo que existem vitoriosos nesta batalha, existe uma fração de pacientes que apenas consegue obter vitórias parciais e temporárias, mantendo parte do que seria sua atividade diária: trabalhar, cuidar-se e apreciar o que é lhe é mais significativo na vida. Não há como negar que a batalha é dura, diária, inclemente. Pacientes e familiares referem o quanto esta batalha pode exaurir forças físicas e psíquicas de todos envolvidos neste processo.

O “preço” desta luta somente pode ser avaliado por quem está envolvido nela. Os que conseguem vencer são denominados pela literatura médica: sobreviventes. Pelo fato das palavras terem seu peso próprio, o termo sobrevivente se torna denominação pesada, mas real para o dia-a-dia após o diagnóstico do câncer. Muitos consideram o termo sobrevivente inconveniente na sua colocação. Mas para os pacientes que travaram ou que travam suas batalhas particulares, dificilmente encontraremos um termo mais leve.

Neste mês de abril uma paciente e seu marido teceram considerações justamente sobre o “peso” das palavras e sugeriram um melhor direcionamento das recomendações contidas no sitio www.inorp.com.br, com exemplos reais de vitórias contra o câncer. Pacientes vitoriosos conseguem direcionar toda energia em dois pontos básicos: as vitórias total ou parcial e o viver plenamente o dia-a-dia.

Recomendações básicas podem ser obtidas a respeito dos “truques” para que pacientes e seus familiares não abandonem a vida durante a batalha. Existem muitos exemplos de vitoriosos, de sobreviventes, que conseguiram controlar sua moléstia ou suas moléstias. Neste dia alguns minutos antes da referida consulta, minha paciente e seu marido puderam conversar com outra paciente. Silvia, hoje avó, ontem uma jovem senhora afetada por um câncer ginecológico controlado e alguns anos depois, por um câncer de pele muito agressivo (o melanoma) igualmente curado. Seguramente uma dupla vitória, um grande exemplo de luta, uma feliz sobrevivente. Fica o exemplo, permanece a procura por uma denominação mais apropriada para os que têm oportunidade de lutar e lutam sem perder a poesia do viver: os (as)sobreviventes.

Em tempo, Silvia não estava esperando por uma consulta. Estava encaminhando uma doação para o Hospital do Câncer de Ribeirão Preto (www.sobeccan.org.br).

Fonte: Monteiro, A. J. C. Uma Consulta Médica no Mês de Abril de 2010.

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